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29/12/2011
12/12/2011
08/10/2011
28/09/2011
27/07/2011
16/07/2011
Teresópolis ganha primeiro edifício verde da região
A Alterdata software, inaugurou sua nova sede, que tem como destaque o projeto arquitetônico desenvolvido totalmente com base no conceito de sustentabilidade.
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casa ecológica,
Tecnologia verde,
Teresópolis
15/04/2011
Cama que capta energia
Muitas inovações são usadas atualmente para coletar energia, até mesmo por meio da cama Ecotípica. O projeto é do designer Arthur Xin, e ela possui um mecanismo de geração de energia e de armazenamento. A cama verde tem ar condicionado, luzes de LED para leitura, alto-falantes que tocam música para acordar o usuário, uma caixa de flores para as videiras crescerem nas laterais e um emissor de luz de diodo para ajudar no crescimento das plantas, que podem ser de qualquer espécie.
Embaixo da cama existe uma bateria que armazena toda a energia gerada. Ela aproveita a energia cinética, dos movimentos realizados sobre a cama e ao redor dela, e os transforma em energia limpa. A energia produzida é usada para acender as luzes de LED e o sistema de som é integrado à mobília. As alças e polias instaladas na lateral da cama, podem ser usadas para auxiliar na prática de exercícios físicos e assim gerar ainda mais energia. Ela é perfeita para quem gosta de estar em contato com a natureza.
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Tecnologia verde
26/02/2011
O Captur vai pegar vôo
![]() |
| Carro se destaca pelo design arrojado e motor ecológico |
A Renault revelou os detalhes do Captur, novo carro-conceito que será mostrado pela marca no Salão de Genebra. O crossover segue o mesmo estilo exibido em outro protótipo, o DeZir. Os traços de personalidade do Captur aparecem no teto rígido (que pode ser recolhido, transformando-o em um conversível), faróis e lanternas com iluminação por LEDs e rodas de 22 polegadas.
A cabine prima pelo minimalismo, sem exageros e detalhes desnecessários. O protótipo tem ares futuristas, principalmente em soluções como os bancos dianteiros que parecem flutuar e o painel de instrumentos translúcido. Mas curioso mesmo é o revestimento de tiras elásticas aplicado nos assentos frontais.
O Captur é movido por um motor 1.6 a diesel, que conta com o auxílio de dois turbos para gerar 160 cv e torque máximo de 38,75 mkgf. Com o auxílio do sistema de embreagem dupla, o veículo acelera de 0 a 100 km/h em 8,0 segundos e atinge a velocidade máxima de 210 km/h. O veículo ecológico tem a vantagem de baixas emissões de C02.(Quatro rodas)
23/02/2011
Bola de futebol para cegos
A fabricante e designer de painéis solares, Greendix, inovou e superou os limites na utilização das placas de captação de energia solar. A empresa, sediada em Taiwan, criou a primeira bola de futebol equipada com energia solar do mundo.
Na tentativa de provar que esse tipo de energia limpa pode ser integrada a qualquer dispositivo de uso diário, a empresa instalou células solares que emitem sons e têm sensor de movimento em uma bola de futebol.
Especializada em customizar formas de painéis solares em mono e poli-silício cristalino, a empresa oferece soluções inovadoras. Os painéis solares customizados permitem que os designers deixem de lado o formato tradicional quadrado ou retangular e passem a diversificar cada vez mais a sua utilização. A energia solar e a estética finalmente se reuniram para iniciar uma nova onda de inovação e design solar.
O novo formato substitui os remendos pentagonais de couro preto convencional por células solares de mesmo tamanho e forma. Os painéis solares possuem sensores de movimento e dispositivos de áudio embutidos, que emitem som cada vez que a bola é chutada, permitindo que deficientes visuais possam jogar futebol.
A Sonelis Technologies irá lidar com vendas, distribuição, comercialização e suporte técnico para a Greendix na América do Norte e do Sul.(Ciclovivo)
10/02/2011
Spray de energia solar

Inovações tecnológicas, como o SolarWindow fabricado pela New Energy Technologies estão constantemente ultrapassando os limites da energia limpa em novos territórios. A novidade agora é um notável filme de geração de energia solar que pode ser "pulverizado", mantendo a transparência, o que significa que prédios de escritórios poderiam ser literalmente coberto de janelas de geração de energia. Elas também produziriam dez vezes mais do que a tecnologia da película solar mais avançada que existe atualmente. Incrível!
Embora colorida e não transparente as células solares em janelas são perfeitas para estruturas comerciais. Isto significa que todos os edifícios poderiam ter janelas de geração de energia, sem sacrificar o acesso à luz natural. Além disso, as janelas são mais baratas e potencialmente mais eficientes do que os tradicionais painéis solares.
07/02/2011
Barraca com teto solar
Para os que não dispensam um bom acampamento, faça frio ou calor, esta novidade vai agradar. A empresa inglesa Kaleidoscope Strategist desenvolveu um novo conceito para as barracas de camping, baseado no aproveitamento da energia solar.
A estrutura da barraca conta com painéis solares acoplados ao teto feitos de uma composição bem leve, permitindo assim seu transporte sem grandes esforços. Além disso seu revestimento foi preparado com um tecido especial que permite seu fácil manuseio para dobrar e guardar, mesmo com a distribuição elétrica existente no seu interior.
Outra curiosidade é que o teto brilha no escuro, marcando o local em que se encontra a barraca à noite, facilitando a vida dos que curtem o camping selvagem. No centro do teto solar existe um controle sem fio indicando a energia gerada através de uma tela LCD. Conta também com um sistema de aquecimento interno regulável, ideal para os invernos rigorosos.
Realmente esta novidade trás muitas vantagens e facilidades para os excursionistas, pois pode-se atender às necessidades energéticas, como luz interior, eletricidade para computadores, carregar celulares, ligar alguns aparelhos, independentemente do local onde esteja acampando.(Fayerwayer)
06/02/2011
Ponte Solar e de Vento
Que tal uma ponte que recupera viadutos abandonados, produz energia e parece futurista e elegante? Sim, isso pode ser verdade, e é a proposta do viaduto chamado "Solar Wind". O sul da Itália está cheia de viadutos não utilizados, e ao invés de gastar R $ 50 milhões para derrubá-los, funcionários perto da cidade de Calabria realizaram um concurso chamado "Solar South Park ", aberto a designers e engenheiros pedindo-lhes para bolar uma maneira ambientalmente consciente para re-utilizar as estruturas existentes.
O principal diferencial do projeto Solar Wind Bridge (Ponte Solar e de Vento) está na obtenção de energia limpa. A ponte foi idealizada por Francesco Colarossi, Giovanna Saracino e Luisa Saracino e promete muito mais do que a ligação entre dois locais distantes.
Aproveitando o comprimento (aproximadamente 20 km) para embutir painéis solares e a estrutura de metal para acoplar turbinas de grande porte, os criadores sugerem que a ponte poderia gerar cerca de 36 milhões kWh por ano. Esta energia seria suficiente para abastecer 15 mil casas.
Toda a estrutura é como uma utopia verde! A ponte de tamanho avantajado ainda teria espaço suficiente para suportar comércios, jardins e outras áreas de lazer para os condutores pararem durante a viagem. ! Soa muito melhor do que simplesmente derrubar os viadutos antigos.
29/11/2010
Árvores com luz própria
É isso mesmo que você leu: cientistas taiwaneses estão trabalhando na produção de um elemento que eles entitulam bio-LED, que nada mais são do que folhas de árvores (isso mesmo: folhas comuns de árvores comuns) que produzem luz própria. O que acontece é que são introduzidas nanopartículas de ouro nas árvores e isso faz com que a clorofila brilhe. E os benefícios para o meio ambiente não estão só na economia de luz: estas plantas especiais fazem mais fotossíntese do que as normais, o que significa menos carbono e mais oxigênio no ar.
Estima-se que as árvores com bio-LED possam ser usadas para iluminar estradas e parques, substituindo os postes de luz. Os primeiros testes foram feitos com a bacopa caroliniana, muito usada na ornamentação de aquários, mas os cientistas estão estudando formas de implantar as partículas de ouro em outras biomoléculas.
(Nerdices a Parte)
28/11/2010
Bio-bug: um carro abastecido por… cocô!
Pode ler tranquilamente, não tem nada de escatológico nesse post. Ou mesmo de novo: o metano, liberado na atmosfera pelos dejetos dos animais é um gás altamente inflamável. Então, por que não utilizá-lo para abastecer um carro?
A companhia inglesa GENeco adaptou em Beetle para que ele pudesse receber o novo combustível, proveniente do tratamento de esgoto de 70 casas. Com isso, o Bio-Bug pode rodar por até um ano – com a mesma performance de um movido a gasolina. E ainda é possível alternar entre os combustíveis, caso um se esgote. Incrível, não?(Mude o mundo)
27/11/2010
Tomada “giratória” bloqueia corrente elétrica e ajuda a economizar energia
Todo mundo sabe que deixar os aparelhos eletrônicos ligados na tomada contribui para o aumento do consumo de energia da casa. Mesmo assim, é comum esquecer televisores, aparelhos de som, DVDs e computadores no modo stand-by. Para ajudar os usuários a lembrar de desligá-los por completo, o designer Yong-jin Kim criou uma tomada que bloqueia o fluxo de eletricidade ao ser girada, como um botão.O Power Socket SWITCH pode contribuir com uma redução de até 11% na conta de luz, garante o criador, o que representa 169 milhões de toneladas de CO2 emitidos na atmosfera em todo o mundo. Seu uso não poderia ser mais fácil: basta conectar a tomada universal no plug e utilizar seu aparelho normalmente. Depois do uso, é só girar a tomada 45 graus para ter a corrente elétrica bloqueada e girar a tomada de volta para o seu lugar para desbloqueá-la.
Além disso, a corrente só poderá ser ativada quando a tomada estiver totalmente inserida no plug e girada para o modo on, permanecendo inativa quando o soquete estiver vazio. A medida preventiva ajudará a reduzir os riscos de choques e aumentará a segurança dentro de casa.
Yong-jin Kim não informou se a peça será produzida comercialmente, nem outras especificações técnicas. Os interessados podem buscar mais informações através do site ou do e-mail send_to@naver.com.(EcoD)
24/11/2010
Cientistas fecham rachaduras em concreto usando superbactérias criadas em laboratório
Consertar danos no concreto geralmente requer colocar mais concreto, ou tirar tudo e começar de novo. Mas graças a especialistas em germes da Universidade de Newcastle, bactérias personalizadas – “BacillaFilla” – podem ser o futuro dos reparos em concreto.
As bactérias, uma vez lançadas em uma área com danos, se procriam e se espalham pelas rachaduras, e então morrem. Mas não fique triste! Mortas, elas deixam para trás uma mistura de carbonato de cálcio, “cola bacterial” e seus próprios corpos filamentosos, mistura essa tão resistente quanto o concreto original.
E não se preocupe: os pesquisadores foram espertos o suficiente para criar dois mecanismos de reprodução nas bactérias. Um permite que elas se reproduzam apenas no concreto, porque só se dividem no pH específico dele. O outro mecanismo avisa quando o trabalho delas está feito, para não se rebelarem e cobrirem o mundo com carbonato de cálcio:
As bactérias também contêm um gene autodestrutivo que evita que elas se proliferem para longe de seu alvo no concreto, porque um conjunto descontrolado de concreto bacterial que continuasse a crescer, apesar de todos os esforços para interrompê-las, seria de certa forma incômodo.
Incômodo? Sei. De toda forma parece ser uma forma mais econômica e rápida de reparar concreto, e usando nossos amiguinhos de pequeno porte pra isso. Só espero que os cientistas saibam mesmo o que estão fazendo. [Eco4]
20/11/2010
Impressão sem tinta nem papel!
Quem disse que uma impressora precisa de tinta ou papel para existir? Conheça a Impressora PrePean. Diferente das convencionais, ela utiliza uma peça térmica para fazer as impressões em folhas plásticas feitas especialmente para isso. Além de serem à prova d’água, elas podem ser facilmente apagadas. É só colocá-las novamente na impressora que, através de outra temperatura, a próxima impressão ficará no lugar da anterior. A mágica faz com que apenas uma dessas folhas possa ser utilizada mil vezes.
Fonte: BrainStorm Me
14/11/2010
Celular ecológico
O celular Blue Earth (aka GT-S7550B) é feito a partir de plástico reciclado, com uma painel solar na parte de trás para recarregar a bateria (1h de sol são 5 minutos de conversa), ele vem em caixa de papel reciclado, com manual e o seu suporte de proteção é feito de papelão de forma a se transformar em um porta-retrato.
Para quem está em busca de um aparelho simples (com câmera, mp3 player e widgets simples) o Blue Earth é uma escolha interessante. Seu modo econômico de energia funciona muito bem e ele tem um widget interessante que mostra quanto carbono você neutralizou durante suas caminhadas.
Para quem está em busca de um aparelho simples (com câmera, mp3 player e widgets simples) o Blue Earth é uma escolha interessante. Seu modo econômico de energia funciona muito bem e ele tem um widget interessante que mostra quanto carbono você neutralizou durante suas caminhadas.
12/11/2010
Astronauta europeu vai cultivar plantas no espaço
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| A estufa é pequena, uma espécie de "estufa pessoal", mas será útil para vários experimentos científicos básicos, dos quais os estudantes europeus poderão participar online.[Imagem: ESA] |
Agricultura espacial
Cultivar plantas no espaço será crucial para os astronautas do futuro. Numa viagem para Marte, ou mais longe ainda, será necessário produzir comida fresca a bordo das naves, que deverão ser parcialmente autossuficientes.
A montagem de estufas na Lua, em Marte ou em outros corpos planetários também será uma componente importante nas missões de exploração futuras.
As estufas também fornecem oxigênio e podem trazer alguma vida ao ambiente desolado do espaço.
Tratar de plantas é uma boa forma de manter recordações da Terra e uma forma agradável de passar o tempo durante a longa e possivelmente aborrecida viagem interplanetária.
Estufa no espaço
É com um olho nesse quadro que o astronauta Paolo Nespoli levará uma pequena estufa para a Estação Espacial Internacional. O outro olho estará voltado para as próximas gerações, que eventualmente serão os personagens daquele futuro que se vislumbra.
A estufa é pequena, uma espécie de "estufa pessoal", mas será útil para vários experimentos científicos básicos, dos quais os estudantes europeus poderão participar online.
O projeto Estufa no Espaço, proposto e concebido pelo departamento de Voos Tripulados da Agência Espacial Europeia (ESA), será uma oportunidade para os estudantes se interessarem um pouco mais pela ciência, tanto pela biologia, quanto pela exploração espacial.
A estufa não é pequena por acaso: enquanto o astronauta cultiva as plantas e observa seu ciclo de vida no espaço, as crianças terão a oportunidade de fazer o mesmo com as suas próprias experiências em terra, usando réplicas da estufa espacial e as mesmas espécies de plantas.
Mentes subdesenvolvidas
A experiência vai começar com o cultivo de uma planta da família das couves, a Arabidopsis thaliana, dentro do Laboratório Columbus, na Estação Espacial Internacional. As crianças começarão a sua própria experiência na terra ao mesmo tempo.
Paolo irá tirar fotos do ciclo de crescimento das plantas e fazer gravações de vídeo dos passos essenciais no cuidado das plantas, publicando tudo no site da missão.
As crianças que participarem poderão comparar a experiência no espaço com a experiência que estiverem fazendo em terra.
Os jovens cientistas no solo, e Paolo em órbita, irão seguir o ciclo de crescimento das suas plantas por cerca de dez semanas. As crianças serão encorajadas a partilhar as suas observações com outros jovens que estiverem participando da mesma experiência, criando uma rede em toda a Europa que irá ligar os "jovens cientistas".
As crianças poderão enviar seus resultados finais e sua observações para a equipe educacional da ESA, que irá montar uma lição final online, que poderá ser baixada por outras escolas e professores.
A experiência será lançada em meados de Fevereiro de 2011 num evento ao vivo que juntará cerca de 750 crianças em quatro locais da Europa.
Quando, em 2006, o primeiro astronauta brasileiro levou experiências científicas simples para a Estação Espacial Internacional, voltadas para entusiasmar os jovens estudantes sobre a ciência, a maior parte da própria comunidade científica brasileira não poupou críticas à iniciativa - eventualmente no pressuposto de que a próxima geração de cientistas crescerá e amadurecerá sem necessitar de qualquer cuidado.
Cultivar plantas no espaço será crucial para os astronautas do futuro. Numa viagem para Marte, ou mais longe ainda, será necessário produzir comida fresca a bordo das naves, que deverão ser parcialmente autossuficientes.
A montagem de estufas na Lua, em Marte ou em outros corpos planetários também será uma componente importante nas missões de exploração futuras.
As estufas também fornecem oxigênio e podem trazer alguma vida ao ambiente desolado do espaço.
Tratar de plantas é uma boa forma de manter recordações da Terra e uma forma agradável de passar o tempo durante a longa e possivelmente aborrecida viagem interplanetária.
Estufa no espaço
É com um olho nesse quadro que o astronauta Paolo Nespoli levará uma pequena estufa para a Estação Espacial Internacional. O outro olho estará voltado para as próximas gerações, que eventualmente serão os personagens daquele futuro que se vislumbra.
A estufa é pequena, uma espécie de "estufa pessoal", mas será útil para vários experimentos científicos básicos, dos quais os estudantes europeus poderão participar online.
O projeto Estufa no Espaço, proposto e concebido pelo departamento de Voos Tripulados da Agência Espacial Europeia (ESA), será uma oportunidade para os estudantes se interessarem um pouco mais pela ciência, tanto pela biologia, quanto pela exploração espacial.
A estufa não é pequena por acaso: enquanto o astronauta cultiva as plantas e observa seu ciclo de vida no espaço, as crianças terão a oportunidade de fazer o mesmo com as suas próprias experiências em terra, usando réplicas da estufa espacial e as mesmas espécies de plantas.
Mentes subdesenvolvidas
A experiência vai começar com o cultivo de uma planta da família das couves, a Arabidopsis thaliana, dentro do Laboratório Columbus, na Estação Espacial Internacional. As crianças começarão a sua própria experiência na terra ao mesmo tempo.
Paolo irá tirar fotos do ciclo de crescimento das plantas e fazer gravações de vídeo dos passos essenciais no cuidado das plantas, publicando tudo no site da missão.
As crianças que participarem poderão comparar a experiência no espaço com a experiência que estiverem fazendo em terra.
Os jovens cientistas no solo, e Paolo em órbita, irão seguir o ciclo de crescimento das suas plantas por cerca de dez semanas. As crianças serão encorajadas a partilhar as suas observações com outros jovens que estiverem participando da mesma experiência, criando uma rede em toda a Europa que irá ligar os "jovens cientistas".
As crianças poderão enviar seus resultados finais e sua observações para a equipe educacional da ESA, que irá montar uma lição final online, que poderá ser baixada por outras escolas e professores.
A experiência será lançada em meados de Fevereiro de 2011 num evento ao vivo que juntará cerca de 750 crianças em quatro locais da Europa.
Quando, em 2006, o primeiro astronauta brasileiro levou experiências científicas simples para a Estação Espacial Internacional, voltadas para entusiasmar os jovens estudantes sobre a ciência, a maior parte da própria comunidade científica brasileira não poupou críticas à iniciativa - eventualmente no pressuposto de que a próxima geração de cientistas crescerá e amadurecerá sem necessitar de qualquer cuidado.
Fonte: Inovação Tecnológica
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