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16/07/2011

Teresópolis ganha primeiro edifício verde da região


 A Alterdata software, inaugurou sua nova sede, que tem como destaque o projeto arquitetônico desenvolvido totalmente com base no conceito de sustentabilidade.

30/06/2011

Jardim suspenso

 Uma espécie de bolha transparente com plantas que é usado como abajur. 

20/06/2011

Casa horta

 Eethuis é uma horta como você nunca viu. O solo, as paredes e o telhado da casa horta são usados para plantação de frutas, legumes e flores, criando uma maneira

24/04/2011

Casa para pássaros

  Observando o grande número e a diversidade de aves em espaços urbanos, o designer holandês Visser eveline  criou o 'vogelstad' ('cidade das aves), que foi concebido para fornecer uma variedade de opções de acomodação para até 33 espécies de aves diferentes, em diversos tamanhos de casas. Bird City é facilmente afixado em paredes, ou nas laterais dos edifícios. 

25/03/2011

Casas de bambu vertical

  Com certeza você vai ficar espantado com o projeto do Vertical Towering Bamboo House. O projeto da casa é super diferente das casas tradicionais feitas de madeira ou concreto, e como o nome sugere, a casa é feita de bambu tornando-se uma solução de habitação sustentável, para muitos de nós que quer ajudar a salvar o meio ambiente e aos lugares que necessitam de ação imediata para recuperação.(WordArq)

 





19/03/2011

Quartos de hotel em tonéis de vinho


Se beber uma taça de vinho por dia já faz bem à saúde, imagine passar uma noite inteira dentro de um tonel! A oportunidade está em uma cidade portuária, ao norte da Holanda, chamada Stavoren, onde está situado o hotel De Vrouwe van Stavoren. 
A hospedaria possui quatro quartos montados dentro de barris que, antigamente, eram usados para armazenar vinho na região francesa de Beaujolais. Com capacidade para guardar até 14,5 mil litros da bebida, os tonéis são relativamente grandes e possuem duas camas, banheiro e, ainda, uma “sala de estar”, com TV e rádio. 
 Ao ler os relatos de quem já experimentou a hospedagem nos tonéis de vinho, apenas uma reclamação é constante: o forte cheiro da bebida que, claro, ficou nas paredes dos barris e incomoda alguns hóspedes menos aventureiros.
De qualquer forma, a iniciativa do hotel De Vrouwe van Stavoren, que também possui quartos “normais”, parece estar dando retorno: depois dos tonéis, o número de hóspedes aumentou e o meio ambiente ainda agradece, já que, se não fossem reaproveitados, os barris virariam entulho na França. (Planeta Sustentável

18/03/2011

Pavilhão de vida

O Pavilhão viver é um abrigo de verão bonito que oferece o lugar perfeito para relaxamento. Em forma de onda, a estrutura de caixas de leite recicladas são utilizadas como vasos e a espécie plantada é chamada Liríope. A parte superior da estrutura é plantada com sementes de grama que ajudam a manter as raízes da Liriope frescas e oferece um ambiente sombreado. Os designers Ann Ha e Behrang Behin consideram o ciclo de vida completo do projeto, fazendo a cada passo o mínimo possível de impacto no meio ambiente. No final da temporada, o design modular do pavilhão vai permitir a desmontagem fácil e distribuição das caixas de leite para a área plantada de Nova York para uso em residências, locais públicos, e hortas comunitárias. 

24/02/2011

Iglu vermelho reciclado


Com o aquecimento global que já está derretendo muitos habitats no ártico, a artista francesa Bibi se perguntou em quanto tempo os esquimós seriam forçados a deixar suas casas. Bibigloo é a vocalização das preocupações com a arte ecológica. Bibi chama, o iglu vermelho brilhante feito de jarros de água reciclada de um "conceito pós-moderno de arquitetura", e que certamente atrai a atenção do público. 


"O Bibigloo é tanto uma obra de arte, projeto, fonte de luz ou instalação de arte plástica", escreve Bibi sobre o seu trabalho. "É um habitat tipo iglu de polietileno para substituir o iglu do século 20, tradicionalmente feito de gelo. Com efeito, após o descongelamento do gelo, as soluções inovadoras devem ser encontradas para realocar o povo esquimó "

O Bibigloo (o nome é uma junção de Bibi e iglu) tem 4 metros de diâmetro e 2,8 metros de altura, por enquanto é feito para ser uma instalação de arte, mas é grande o suficiente para funcionar como um abrigo real. Os LEDs vermelhos iluminam os jarros de água, lançando um brilho fantasmagórico durante a noite. Ao todo, 250 tanques de polietileno vermelho de 20 litros reciclados foram usados para construir a estrutura monobloco. + Bibi

13/02/2011

Casa de Origami


Origami foi a inspiração de Ming Tang para produzir belas casas de bambu. Elas são dobradas e se destinam a ser usadas como abrigos temporários  na sequência de abalos sismicos. Brilhante em sua simplicidade, os abrigos geométricos são construídos a partir de materiais renováveis e podem ser dobradas em uma variedade de formas estruturalmente sólidas. 



Ming Tang teve a idéia para sua casa após um terremoto de magnitude 7,9 que atingiu a central da China em maio passado, matando 69 mil pessoas. Ao saber que o governo chinês planeja criar até 1,5 milhões de lares temporários, ele decidiu criar um abrigo que foi facilmente produzido,  é barato e ambientalmente amigável. Elas são bonitas, dinâmicas e podem se adaptar para responder a várias necessidades em diferentes situações.


 O conceito utiliza um sistema de varas de bambu que são pré-montadas em rígidas formas geométricas. Essa geometria fornece a estrutura de cada integridade, permitindo pouco peso na estrutura modular para rapidamente ser montados em fábricas e transportados ao seu destino. (Designshell)

11/02/2011

Moradias em forma de ovo


Será que a sociedade está ficando um pouco cansada do conceito de paredes com um telhado? Talvez por isso empreendimentos com uma arquitetura agradável e não convencionais  nos surpreendem a cada dia. Um exemplo disso é a KasaUovo. Desenvolvido por Roberto Casati, estas moradias em forma de ovo são uma forma ideal de casa sustentável. Feito de madeira desperdiçada e pneus de carro reciclados, estas habitações pré-fabricadas são de alvenaria modular. Com sua forma que lhes permitam aproveitar o sol, o vento e a chuva, elas são 90% recicláveis.
Uma comunidade em forma de ovo pode estar chegando a uma cidade perto de você!


17/12/2010

Escola verde


 Desde pequeno, John Hardy sentia na pele as consequências de um sistema de ensino fechado. Sendo disléxico, seu tempo de colégio foi ainda mais difícil, como conta em sua apresentação no TED. Assim, com 25 anos Hardy fugiu para Bali, na Indonésia, onde conheceu sua esposa e viveu feliz por mais de 20 anos.

Um dia, a mulher de Hardy o levou para assistir ao filme de Al Gore, Uma Verdade Inconveniente, que mudou para sempre a sua vida. “Eu tenho quatro filhos, e mesmo se apenas parte do que ele diz é verdade, eles não vão ter a vida que eu tive. E naquele momento eu decidi que passaria o resto da minha vida fazendo o que pudesse para melhorar as suas possibilidades”.


Foi assim que eles criaram a Escola Verde, um espaço feito de bambu, onde as salas não tem paredes, as cadeiras não são quadradas e, o mais importante, “as crianças sorriem”. Lá foi adotado o sistema holístico de ensino, que estimula o aprendizado completo nos jovens estudantes, desenvolvendo todos os tipos de habilidades e ampliando as possibilidades no seu futuro.

Em três anos de existência, a escola já tem 160 alunos, que estudam as disciplinas tradicionais, como português e matemática, mas também aprendem atividades únicas, como construir objetos com bambu, praticar artes balinesas antigas e cozinhar mandioca colhida na hora.


Hardy conta que na escola as crianças são ensinadas que o controle do clima sem esforço pode não ser parte do futuro deles e que o mundo não é indestrutível. Para reforçar esses ensinamentos, a instituição utiliza energias alternativas e sanitários compostáveis.

Ao longo dos nove hectares de jardins ondulados cortados por um rio também é possível encontrar animais, como vacas, porcos e búfalos, e uma grande horta orgânica onde são cultivados todos os alimentos consumidos pelos alunos, funcionários e voluntários.

O diretor conta ainda que as crianças tem a oportunidade de vivenciar o mundo ao seu redor, como aprender a plantar, cultivar, colher e cozinhar o arroz orgânico. “Elas são parte do ciclo do arroz. e essas habilidade serão valiosas para elas no futuro”, diz.


“A Escola Verde é um lugar de pioneiros, local e global. É tipo um microcosmo do mundo globalizado. Os alunos vêm de 25 países. Quando os vejo todos juntos, eu sei que estão pensando em como viver no futuro.”

O resultado de toda essa dedicação já é visto por Hardy. Ele conta que recentemente encontrou um pai no jardim da escola que havia viajado 24 horas de avião até Bali apenas para ver a Escola Verde. Alguns meses depois do encontro ele trouxe os filhos para estudarem no local.

“Isso foi uma grande coisa. Mas mais do que isso, tem gente construindo estufas ao redor da Escola Verde, assim os seus filhos podem ir para a escola a pé. E as pessoas estão trazendo suas indústrias verdes, e tomara que tragam seus restaurantes verdes. Está virando uma comunidade. Está se tornando um modelo verde”, comemora.

Ele também celebra o fato de estarem surgindo pessoas de todas as partes do mundo para apoiar o Fundo da Bolsa de Estudos Balinesa, que criará a futura geração de líderes sustentáveis de Bali, além de se listarem como voluntários para ensinar música, agricultura e outra série de atividades para os alunos locais.

“A Escola Verde é um modelo que construímos para o mundo. É um modelo que construímos para Bali. E vocês só precisam seguir umas regras simples, muito simples: seja local, deixe o meio ambiente liderar e pensem sobre como os seus netos poderão construir”, conclui.(EcoD)

11/12/2010

Casa ecológica em formato de ovo

 Daihai Fei, universitário chinês recém-formado, descobriu que os aluguéis em Pequim eram mais caros do que ele podia pagar com o salário do seu novo emprego. Para não desistir do sonho de viver na capital chinesa, decidiu que ele mesmo faria sua própria casa.

 Assim surgiu a idéia para a sua casa ecológica móvel em formato de ovo. Com espaço suficiente para uma cama e uma estante, a pequena casa tem ainda um painel solar no teto que fornece energia suficiente para uma lâmpada de leitura.

 Ao custo de 960 dólares, a armação foi feita em bambu, revestida com alguns tipos de material isolante e, por último, uma camada de sacos de pano. Inspirado pelos telhados tradicionais de algumas casas da Noruega, dentro desses sacos, sementes de grama crescem para revestir o exterior e melhorar a proteção acústica e térmica da casa que Daihai estacionou bem ao lado de seu local de trabalho.(Bocaberta)